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Pré-eclâmpsia: o que é, como identificar e quais os cuidados necessários

Durante a gestação, o corpo da mulher sofre diversas transformações. Uma delas é a pré-eclâmpsia, uma condição que surge na gravidez e envolve o aumento da pressão arterial, colocando em risco a saúde da mãe e do bebê. A pré-eclâmpsia se caracteriza pela pressão alta e presença de proteínas na urina, além de possíveis alterações no funcionamento de órgãos como fígado e rins. Em casos mais graves, pode evoluir para eclâmpsia, agravando ainda mais o quadro.
Quem tem maior risco de desenvolver pré-eclâmpsia?
Algumas mulheres apresentam maior predisposição para desenvolver a pré-eclâmpsia. Entre os fatores de risco, destacam-se:
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Primeira gestação
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Gravidez de gêmeos ou mais
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Condições crônicas, como hipertensão, lúpus ou diabetes
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Histórico familiar da doença
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Excesso de peso
Quais são os sintomas da pré-eclâmpsia?
Nos estágios iniciais, a pré-eclâmpsia pode não apresentar sintomas. No entanto, alguns sinais devem ser observados e nunca ignorados, como:
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Pressão alta
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Inchaço nas mãos e no rosto
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Dores de cabeça intensas
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Alterações na visão, como visão turva ou com luzes
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Dor na parte superior do abdômen
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Náuseas ou vômitos após o primeiro trimestre
Complicações da pré-eclâmpsia
Quando não tratada adequadamente, a pré-eclâmpsia pode levar a complicações sérias, tais como:
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Parto prematuro
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Problemas no crescimento do feto
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Deslocamento de placenta
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Insuficiência de órgãos
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Síndrome de HELLP (destruição dos glóbulos vermelhos, elevação das enzimas hepáticas e baixa contagem de plaquetas)
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Risco de morte fetal ou materna
Como é feito o diagnóstico e o tratamento?
O diagnóstico da pré-eclâmpsia acontece por meio do controle regular da pressão arterial e exames que identificam alterações na urina ou no sangue. O tratamento varia conforme a gravidade do quadro e o tempo de gestação, sempre buscando proteger a saúde da mãe e do bebê.
Prevenção e cuidados durante a gravidez
Não existe uma forma totalmente eficaz para prevenir a pré-eclâmpsia, mas manter um pré-natal bem conduzido e adotar hábitos saudáveis ajudam a reduzir os riscos. Alimentação equilibrada, prática regular de atividades físicas e monitoramento frequente da pressão arterial são medidas essenciais.
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