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Quanto tempo devemos dormir? Veja os benefícios e riscos do sono inadequado

Uma boa noite de sono é essencial para a saúde física, mental e emocional. Dormir bem mantém o equilíbrio do organismo, fortalece o sistema imunológico, auxilia na prevenção de doenças e garante o bom funcionamento do cérebro, preservando a memória. Durante o descanso, também ocorre a limpeza de toxinas acumuladas no cérebro, o que contribui para a saúde neurológica e reduz o risco de demência.
Benefícios do sono adequado
Dormir com qualidade traz diversos benefícios. Entre eles estão o alívio do estresse, a melhora do humor, o fortalecimento da memória e a prevenção de doenças. Enquanto dormimos, o corpo realiza funções restauradoras, como a síntese de proteínas, a reparação de tecidos e a regulação de hormônios importantes para o equilíbrio emocional e para a imunidade.
Além disso, pessoas que mantêm uma rotina de sono saudável apresentam maior disposição, mais concentração no dia a dia e menor risco de desenvolver transtornos como ansiedade e depressão.
Riscos do sono inadequado
A falta de sono, principalmente quando se dorme menos de seis horas por noite, aumenta significativamente os riscos à saúde. Essa privação está associada a doenças cardiovasculares, como hipertensão, infarto e AVC. Também eleva as chances de problemas metabólicos, como obesidade e diabetes, além de reduzir a imunidade.
Outros impactos incluem o enfraquecimento dos ossos, com maior risco de osteoporose, e alterações na saúde mental, como ansiedade e depressão. A falta de descanso prejudica a cognição e pode contribuir para o surgimento de doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer.
Tempo ideal de sono
A quantidade ideal de sono varia de acordo com a idade. Para adultos, especialistas recomendam entre 7 e 9 horas por noite. Crianças e adolescentes necessitam de mais horas de descanso, enquanto idosos costumam precisar de períodos semelhantes ou ligeiramente menores.
De maneira geral, a recomendação de 7 a 8 horas de sono por noite para adultos é amplamente aceita por entidades de saúde e especialistas em medicina do sono.
Fontes consultadas:
